Emergency chocolate

Eu já tinha visto essa barra de chocolate em algum site por aí, mas ontem um cara do trabalho me apareceu com a bendita. Super adorei a idéia – e o chocolate também é bom :D

For immediate relief of: chocolate cravings, exam pressure, mild anxiety, love sickness and extreme hunger.

Directions for use: tear open the wrapper, break off desired dosage and consume. Alternatively massage into the affected area. Repeat dosage as necessary until finished. If symptoms persist consult your local confectioner.

Clocky

Eu tenho uma relação meio de amor e ódio com a Imaginarium, mas desta vez a barrinha do amor foi ao máximo!

Já faz uns dois anos que eu vi o Clocky, esse despertador genial, na ThinkGeek e me apaixonei. Tinha esquecido dele até que, numa visita à Imaginarium, vejo-o rolando pela loja, sendo demonstrado pra um casal! Quase sequestrei pra mim!

Em resumo: o Clocky é um despertador que sai rodando quando desperta. Assim, seu dono sonolento tem que levantar da cama para caçá-lo, o que é bem mais eficaz que apenas desligar o alarme e voltar a dormir. É claro que há pessoas que se auto-boicotam e voltariam pra cama mesmo depois de capturar o Clocky, mas e daí? Ele é o máximo mesmo assim!

Minha única ressalva é a Imaginarium não ter mantido o nome Clocky, que dá todo um charme e fofura ao bichinho. Mas isso eu posso relevar!

Lembrando que o Clocky tem um valor afetivo para o baaah!, pois o usamos para fazer a edição piloto quando o site ainda era um projeto de faculdade! Chuif :)

Don’t let a mobile phone ruin your movie…

Please switch it off :D

Super adorei essa campanha da Orange. Além dessa versão com Rob Lowe, eles também fizeram uma com Angelica Houston e outra com Dennis Hopper (e sinceramente não sei se tem mais. Nos cinemas por aqui só vi essas três).

The reader

Eu diria o seguinte: se você procura um drama/romance, assista; mas se você procura um filme super engajado sobre Holocausto e tralalá, esse é o filme errado.

A história pode ser dividida entre três fases (ou talvez quatro, se você dividir a terceira em duas…) da vida de Michael (David Kross/Ralph Fiennes) e o relacionamento que ele tem com Hanna (Kate Winslet) em cada uma dessas fases.

Na primeira, Michael com seus 15 anos encontra Hanna (que tem mais que o dobro de sua idade) por acaso quando ele estava super passando mal na rua e ela toma conta dele e garante que ele volte pra casa direitinho. Depois de tediosos três meses de cama, Michael bate na casa de Hanna pra agradecer pela ajuda naquele dia chuvoso. Por curiosidade, interesse ou fogo mesmo, os dois acabam por ter um caso que começa dias depois e dura o verão. Ela gosta que ele leia pra ela – e rola meio que uma chantagem do tipo primeiro o dever de casa e depois a diversão – e ele, como um bom menino, lê pra ela de Homero a Hergé, passando por Tchékhov e Tolstói. Até que num belo dia, ela some.

Eis que temos a segunda parte. Michael, um pouco mais velho, enquanto na faculdade de Direito é convidado (junto com o resto da sua sala de meia dúzia de pessoas) por um professor pra assistir a um tal julgamento. E quem está no banco do réu sendo julgada por crimes cometidos nos tempos de Holocausto? Hanna e suas ex-colegas dos tempos de SS. E Michael fica naquele dilema “não é possível!/será?/ajudo ou não ajudo?”.

Na terceira parte do filme temos Michael (versão Ralph), com uma carreira bem sucedida, mas um tanto quanto infeliz no que diz respeito a relacionamentos. E de certa forma ele ainda ajuda Hanna. E é nessa parte que tem uma das partes mais fofas do filme. E é também essa parte que muito decepciona os que esperavam por um certo debate moral ou por qualquer discussão a respeito do passado de Hanna ou qualquer lição ou qualquer coisa do tipo.

Oh well… algo mais a favor do filme? A fotografia é boa e a atuação de Kate não é ruim (apesar de eu ainda preferir Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças).

We heart it

Pobre, pobre baaah!. Anda meio abandonado, é verdade, mas nunca esquecido por suas donas. Só fica à espera de um surto de inspiração de uma delas, que descubra aquele assunto que não pode deixar de virar post imediatamente.

E, depois de mais de um mês, esse assunto chegou!

Esse aí em cima é o We heart it, uma rede social que funciona como um agregador de imagens favoritas! E, melhor, que ainda fornece um botão para a barra de favoritos do browser que, quando clicado, forma uma moldura na imagem que você quer salvar. Aí é só clicar nela e pronto!

Eu, particularmente, achei o máximo. Vivo querendo guardar imagens internet afora, mas sem muita vontade de salvar trocentas imagens no PC. É uma forma bem legal de resolver o problema, e ainda dá pra compartilhar com os amiguinhos!

[via Tech Girls]

Foodista

Esse aí em cima é o Foodista, uma espécie de Wikipédia culinária. O site é novinho, foi lançado ontem mesmo, e tem uma proposta bem interessante: enquanto os sites de culinária tradicionais apresentam várias versões da mesma receita enviadas por diferentes usuários, no Foodista a política é “qualidade antes de quantidade”.

Funciona assim: os artigos são – como na Wikipédia – editáveis por qualquer um e o ideal é que haja o mínimo possível de páginas para o mesmo tipo de receita.  Ou seja, só um “apple pie“, só um “onion soup“. A instrução é que, se a sua receita tiver algo de diferente, tipo um toque especial, isso seja acrescentado à receita original como ingrediente opcional ao invés de criar um novo artigo.

Por um lado ajuda bastante – não é necessário ter que adivinhar que receita de bolo de chocolate é melhor, já que não tem aquele monte –, mas também pode complicar no caso de receitas simples que possuem variações que as tornam únicas (tipo aquela torta de limão da sua avó que ninguém mais faz). Será que poucos artigos apenas conseguem abarcar toda a diversidade? Ou será que os usuários acabarão criando mais artigos o “qualidade antes da quantidade” não vai funcionar tão bem quanto deveria?

Perguntas, várias perguntas. O importante é que a premissa é bem legal, é um endereço pra ficar de olho se você curte culinária – até porque, além das receitas, o site é dividido em mais três partes: comida, ferramentas de cozinha e técnicas culinárias. Bem prático ter informações sobre tudo isso no mesmo lugar. Por enquanto é só em inglês, tomara que deslanche e ganhe outras versões!

[via INFO Online]

Marc Johns has a blog…

…and a little shop and a site.

Se você acompanha o ffffound! provavelmente já viu alguns de seus desenhos. Eles são bem simples e têm um toque de humor que me faz lembrar um pouco The Melancholy Death of Oyster Boy and Other Stories.

E ele tem um about muito simpático também :D

Já coloquei o blog dele nos meus feeds (por que será que não dou conta de ver tudo?).

Yellena James

Mais um portfolio só porque eu gosto de portfolios :)

Os trabalhos dessa artista me lembram um pouco do Spore. As cores, os traços e as formas são ótimas e só de pensar que é feito “analogicamente” (leia-se tinta/caneta/acrílico no papel ou tela), tudo fica ainda mais interessante.

Um passeio pelo blog e pela galeria são super válidos!

Álbum de família

Clique na imagem pra ver inteiro!

Eu já tinha visto isto há um tempo, achei super legal, aí encontrei de novo no Design You Trust (que sumiu com o post) e resolvi mostrar aqui. Uma família argentina se junta todo dia 17 de junho desde 1976 e tira fotos de cada um dos membros. Começou só com um casal e hoje já tem os três filhos deles, todos crescidos. É bem interessante e dá vontade de fazer igual!

xkcd

O xkcd é uma das melhores webcomics que eu já li. Só tem um probleminha: eu quase não entendo alguns quadrinhos porque às vezes o nível de nerdeza matemática ultrapassa anos-luz o meu conhecimento do assunto. Só pra se ter uma noção, o cara que desenha é formado em Física. E já trabalhou num laboratório de robótica da NASA

Por isso, eu havia tirado do meu Google Reader há um tempo. Mas aí eu vi este quadrinho (que eu só não coloquei aí em cima porque é muito grande) e me apaixonei de novo. Recomendo uma fuçada, afinal, é dito que é “a webcomic of romance, sarcasm, math, and language”. Já que eu só tenho problemas com a parte math, por que não dar uma segunda chance? :D

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